Sou o que restou
Sou a ultima gota amarga
Desse doce veneno
Que me envenenou
Me olhando no espelho
Vejo-me como o que sobrou
Do meu reflexo
Já não vejo o brilho que costumava
Existir em meus olhos
Meu sorriso
Meu disfarce,
Minha dor.
Minha vida.
Meu sangue vai derramando-se
Entre minhas lagrimas
Sinto falta
Sinto dor
Não me pergunte o porquê
Ninguém nunca irar entender
Minha dor e meu segredo
Guardo-a e a cultivo secretamente
Semeando a semente do meu ódio
Eu não mudo
Não adianta
Não se se importe
Frozen

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